Marino Nascimento da Silva Júnior, Bacharel em Direito
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Marino Nascimento da Silva Júnior

São Leopoldo (RS)
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Servidor Público Municipal da COMUSA - Serviços de Água e Esgoto de Novo Hamburgo.
Estudante - Bacharelado em Ciências Jurídicas e Sociais - UNISINOS.

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Armpit Lover, Xaropeiro
Armpit Lover
Comentário · há 3 anos
Engraçado que nenhuma análise de juízes passa pelas políticas auto-indenizatórias dos mesmos ... para eles tudo muito normal ... nada demais termos a enorme quantidade de juízes ganhando acima do teto ... ah! isso também se aplica ao MP.

Vemos no Judiciário (e MP) diversas mazelas: juízes que vão ao trabalho quando querem, permanecem o tempo que quiserem, não produzem muitas vezes por preguiça, sobrecarregam os demais servidores com aquilo que deveriam eles fazer, indústria de diárias e de horas-extras, aquisição desnecessária de bens e serviços, especialmente quando voltada para caprichos de magistrados e assessores, tais como cursos de "aperfeiçoamento" que na verdade não passam de cursos para carreiras jurídicas de seus assessores (onde está a necessidade na Justiça Eleitoral, por exemplo, de se fazer curso sobre direito ambiental ou empresarial?).

Aliás, há mesmo necessidade de uma Justiça Eleitoral? Poderia muito bem ela ser uma Secretaria da Justiça Federal ... mas nesse caso o cabide de emprego de comissionados e de recebimento de gratificação da Justiça Estadual iria para o brejo ... sem falar no poder de barganha das sentenças de políticos.

Poderia passar o dia todo falando do excesso de veículos, locações a valores exorbitantes de casebres para servirem à Justiça, recepções com buffet glamourosas e nababescas para bajulação de Ministros do STF e STJ, e por aí vai.

Poderia também falar do excesso de cargos em comissão e da baixa produtividade de muitos comissionados, assim como de funções comissionadas. Há ainda "projetos" que visam a "melhoria" dos tribunais, mas que não passam de frescuras apresentadas por quem busca dar uma utilidade justificadora de seus cargos ou funções.

Estamos fartos de ver o dinheiro público ser tratado como dinheiro de ninguém, sem dono.

Dá para enxugar o Judiciário, manter suas funções e sobreviver a tal PEC ? Dá e sobra, mas para isso vai ter que se cutucar em muitos privilégios e ferir muitos egos de autoridades autoritárias (espero que o autor seja uma exceção).

Presenciamos uma viajem de Desembargadores de TJ's, com suas comitivas ... de certo com muitos desnecessários, mas ganhando diária de Presidente ... para reclamarem das retaliações de Renan Calheiros ao indagar os super-salários que fazem o teto de R$ 33,7 mil parecer os 10% do garçom. Pouco importa a motivação de Renan, importa saber se há tal super-salário ou não.
Carlos Henrique Poletti Papi, Advogado
Carlos Henrique Poletti Papi
Comentário · há 3 anos

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